Texto Vem pro Vila

Vem pro Vila

Propaganda produzida em 2018 pelo aluno Gustavo, do 8.º ano, nas aulas de Técnica de Redação, sob a orientação do professor Flávio dos Santos.

 

Vem pro Vila (CEVV)

 

O Vila Verde é um Centro Educacional

Que só tem gente legal

E não está de brincadeira não

Meu amigão

Os professores parecem mágicos

Se você tem uma dúvida

Ela some em um piscar de olhos

e num estralar de dedos!

Aqui suas dificuldades somem!

Chega de enrosco!

Venha somar conosco!

7.º Roda de Leitura 4.º bim (0)

Roda de Leitura “O vírus desinformático”

Neste último bimestre, o livro paradidático lido pelos alunos do 7.º ano foi “O vírus desinformático”, do escritor Clive  Gifford, o autor tem mais de 170 livros publicados.

Em grupos, os alunos discutiram sobre o tema abordado e realizaram outras atividades relacionadas, sempre com a orientação do professor de língua portuguesa Flávio dos Santos.

“O barão Saul Dozso da K. Roça odeia tudo o que é moderno, principalmente as conquistas da ciência e da tecnologia. Em seu castelo, ele aperfeiçoa um “vírus desinformático”, com o qual pretende contaminar e exterminar todos os computadores do mundo. Felizmente, os Cientistas Loucos, liderados pelo professor G. Ninho, farão de tudo para impedi-lo.”


Texto Aula Demora a Passar1

Aula que Demora a Passar

Haicai produzido pela aluna Thayná, do 8.º ano, nas aulas de Técnica de Redação, sob a orientação do professor Flávio dos Santos.

Aula que demora a passar

Por que a última aula demora a passar?

Porque ficamos vendo a hora no celular

E deixamos de estudar!

eleições brasileiras

Eleições Brasileiras

Haicai produzido pela aluna Thayná, do 8.º ano, nas aulas de Técnica de Redação, sob a orientação do professor Flávio dos Santos.

Eleições Brasileiras
De política eu não entendo,
Todavia, compreendo
Que essa briga de nada está valendo!
6.º Roda de Leitura 4.º bim (0)

Roda de Leitura “De sonhar também se vive”

O livro paradidático trabalhado neste bimestre pela turma do 6.º ano foi “De Sonhar Também se Vive”, da paulistana Giselda Laporta Nicolelis, a autora tem mais de cem livros publicados.

Em sala de aula, o professor de língua portuguesa Flávio dos Santos orientou os alunos, que em grupos trabalharam discutindo o enredo e produzindo uma sinopse e uma análise crítica da obra, destacando personagens e pontos principais.


Minha terra

Minha terra tem o que muitas não têm

Paródia produzida pela aluna Thaís, do 9.º ano, nas aulas de Técnica de Redação, sob a orientação do professor Flávio dos Santos.

Minha terra tem o que muitas não têm

Minha terra tem universidades
Onde todos querem estudar.
As árvores que aqui balançam
Não balançam como lá.
Nosso frio é mais intenso
Nosso trânsito lamentável
Nossas ruas mais emprego
Mais emprego, mais dinheiro.
Vivia, sozinha, em casa
Única opção era trabalhar.
Minha terra tem universidades
Onde todos querem estudar.
Minha terra tem poluição
Onde não encontro em outro lugar.
Vivia, sozinha, em casa
Única opção era trabalhar.
Minha terra tem universidades
Onde todos querem estudar.
 *
Não permita Deus que eu morra
Sem que eu volte para lá.
Sem que eu sinta um pouco mais daquela poluição
Que só encontro por lá.
 
Minha terra tem universidades
Onde todos querem estudar.
8.º Roda de Leitura 4.º bim (0)

Roda de Leitura “O Quinze”

Durante o 4º Bimestre, os alunos do 8º ano leram o livro paradidático “O Quinze” adaptação em HQ do romance de Rachel de Queiroz. Em sala de aula, o professor de língua portuguesa Flávio dos Santos orientou os alunos, que em grupos trabalharam discutindo o enredo e produzindo uma sinopse da obra, destacando personagens e principais pontos.

O título da obra é uma referência a 1915, ano de uma das maiores secas do Nordeste brasileiro. Três histórias se cruzam no sertão do Ceará, expondo o drama da seca numa dimensão mais humana e comovente.


CANÇAO DA SAUDADE

Canção da Saudade

Paródia produzida pela aluna Luísa, do 9.º ano, nas aulas de Técnica de Redação, sob a orientação do professor Flávio dos Santos.

Canção da Saudade

Minha terra tem campo,
Onde tem plantação;
As vacas que aqui mugem
Não mugem como lá.

Nosso campo tem mais mato,
Nossas vacas têm mais leite,
Nossas geladeiras têm mais queijo,
Nossas galinhas têm mais pena.

Em lembrar, do pôr do sol,
Mais alegria eu encontro lá.

Minha terra tem mais queijo,
Onde mugem as vaquinhas.
Minha terra tem pessoas
Que tais não encontro cá.

Em lembrar, do pôr do sol,
Mais alegria eu encontro lá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute dos queijos
Que não encontro por cá.

SUPERPAI

Meu Super-Homem

Poema produzido pela aluna Thayná, do 8.º ano, nas aulas de Técnica de Redação, sob a orientação do professor Flávio dos Santos.

Meu Super-Homem

Ele é o Super-Homem da vida real

Fica acordado até tarde quando estou doente
Acorda cedo para trabalhar sem reclamar!
Não tem como não amar
Ajuda-me a fazer meus deveres
Corrigi-me quando eu preciso
Me dá tudo que eu quero
Faz mil coisas de uma vez só!
Ele é o Super-Homem que todos gostariam de ter em suas casas!
Ele é o meu herói
Ele é o meu pai
Amo-te, Papai!
4.º ano - Cordel (0)

Cordel

Em aula de português, alunos do 4.º ano leem cordeis uns para os outros, em seguida, com a orientação da professora Viviane, criam um cordel coletivo com toda a turma.