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Abstracionismo

Os alunos da 3.ª série do Ensino Médio realizaram atividades sobre o abstracionismo. Eles utilizaram as características do movimento para elaborar os trabalhos.


2.º médio cultura marajoara (0)

Cultura Marajoara

Por meio da arqueologia, foi possível tomar conhecimento da sociedade pré-histórica colombiana. Os marajoaras produziam artefatos cerâmicos, tecnicamente elaborados, caracterizados por uma grande diversidade de formas e decorados com esmero. Uma das características dessa cultura é a centralização na figura humana e na representação de animais da floresta tropical.

Inspirados por essa arte ancestral, os alunos da 2.ª séria do Ensino Médio ilustraram, para a aula de arte do professor Anderson, um desses artefatos.


3º médio - artes o grito (0)

O Grito

O professor Anderson, em sua disciplina de arte, propôs um trabalho de releitura da famosa obra “O Grito” do pintor norueguês Edvard Munch. A proposta foi manter o cenário e substituir o personagem principal por outras figuras conhecidas do universo das HQs, desenhos animados ou filmes.


Aldemir Martins

Aldemir Martins

Aldemir Martins foi um artista plástico, ilustrador, pintor e escultor autodidata cearense, conhecido internacionalmente. Sua carreira é caracterizada por um série de desenhos de temática nordestina.

Seus desenhos em nanquim serviram para estampar objetos e tecidos de decoração, por esse motivo, o professor Anderson sugeriu aos alunos da 3º série do Ensino Médio a releitura em pratos.


5º ano 2017 paradidático (6)

De Noite no Bosque

Confecção de cartazes referente ao livro paradidático do 3º bimestre, De noite no Bosque, de Ana Maria Machado. Por intermédio dessa interação lúdica em grupo, os alunos do 5º ano encerraram a leitura desse livro.


1º ano - casa para passarinhos (6)

Casa para passarinhos

O que existe numa floresta? Como vivem os animais que nela habitam?

Pensando nos passarinhos que moram não só nas florestas, mas em ambientes naturais e que constantemente aparecem na horta do colégio, a professora Deborah propôs, que os alunos do 1º ano fizessem casas para abrigar esses tão alegres moradores. Para essa atividade, os alunos utilizaram caixas de leite vazias e decoraram-na livremente.


4º ano - Um dragão no armário (1)

Um dragão no armário

‘Nhoque… Nhoque… Nhoque…’ Eram os sons que vinham do armário grande, no cantinho mais escuro da cozinha. Quando Lucas e Laura abriram a porta, encontraram o dragãozinho mais amigável e esfomeado do mundo. Mas ele está perdido e precisa de ajuda para voltar para casa. 

Após a leitura dessa divertida história, os alunos do 4º ano confeccionaram o personagem principal com materiais recicláveis e, recontaram o enredo para os colegas de outras turmas.


 

6º ano - Egito (41)

História e Arte

O trabalho feito pela turma do 6º ano com a supervisão da professora Janne, foi de certa forma uma brincadeira, porém lúdica, que associou as ideias centrais do pensamento, política, economia e sociedade do Egito antigo, com sua cultura, sua religião, crenças e hábitos, relações dos egípcios do mundo antigo com outros povos orientais e ocidentais  trazendo para os nossos dias uma reflexão sobre rupturas e permanências. O resultado foram belíssimas telas pintadas, com temas livres que traduziam a criatividade e os anseios de cada aluno em aprender um pouco mais da história antiga.

5º ano artes escultura (12)

O beijo

O professor Anderson, mostrou algumas obras de arte para os alunos do 5º ano, dentro do tema “esculturas”. Depois a turma foi desafiada a fazer a releitura da famosa obra “O beijo” de Constantin Brancusi.

Utilizando massa de biscuit e tinta, os resultados ficaram muito bacanas. Foi organizada uma exposição interna com os trabalhos.

Constantin Brancusi foi um dos primeiros artistas do século XX a explorar, de maneira inusitada, os materiais usados em escultura, como o metal e a pedra, por vezes trabalhando com dois materiais ao mesmo tempo. Ele criou esculturas expressivas, ricas em simbologia.

Brancusi nasceu na Romênia, em 1876, e morreu em 1957. Antes de ser escultor, ele foi carpinteiro. Em 1904, o escultor mudou-se para Paris, onde conviveu com outros artistas da época, como Picasso e Matisse. Ele também foi influenciado pela arte de outras culturas. Buscou simplificar as formas, por isso suas esculturas não tinham muitos detalhes.

O artista demonstra interesse pelas formas simples, contra uma modelação virtuosista e naturalista que caracterizava a escultura dessa época. A sua ruptura com a tradição clássica é estimulada pela descoberta da escultura primitiva (africana e oriental), onde reconhece qualidades de simplicidade e coerência formais e um vigoroso valor plástico. Adaptado de: http://www.sampa.art.br

Curiosidades – Constantin Brancusi faz a primeira versão dessa famosa escultura em 1907, refazendo-a nos anos seguintes, até a última versão que data 1945. Em 1910, por exemplo, transforma-a em monumento fúnebre, no cemitério de Monte Parnaso, bairro parisiense, em homenagem a uma amiga que teria se suicidado por amor. Já em 1938, foi convidado pelo seu governo de origem, romeno, a criar algumas obras para a cidade de Târgu Jiu, criança assim, entre outras, “O portão do beijo”.